quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Quem me dera eu de vez quando , se sobressair em as tristezas fartas, e em meio ao coração deflagrado. Expulsar o que há em mim, q dor que esboça a alma, e curar o medo e os covardes podre de aura.
Onde que vem essa luz que não me permitir cair em meio ao vão , dessa enloquencia que me aflige. 
O corpo já demostra toda saturação dessa vida árdua , gotejante de suor , dor e saudade. E a preocupação ainda e tua companheira, de se afasta e se perder, perde este tal mundo dentro de si, que pertence aos seus sonhos de pequenina. Preocupação da dúvida , da luz, do amor. E necessário tanto drama? 
Quem me dera eu se meus versos não fossem so de dor, quem dera que todas as pessoas tivessem a tal luz dentro de si, não seriamos tão humilhados  e extintos.

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